vislumbres sobre visualidade

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Uma das notícias mais veiculadas pela mídia nesta semana diz respeito à marca de 7 bilhões de habitantes no planeta, alcançada simbolicamente no dia de ontem, 31 de outubro de 2011.

Nesta visualização publicada no site do The Guardian, é possível comparar os dados populacionais dos anos de 1950 e 2010 de diversos países, bem como uma expectativa para o ano de 2100.

Segundo projeções das Nações Unidas, a população mundial deve chegar a oito bilhões em 2025 e a dez bilhões em 2083, mas esses números ainda podem variar dependendo de diversos fatores, como expectativa de vida, acesso a controle de natalidade e taxas de mortalidade infantil (Fonte: G1). Em 1800, a população do mundo era de 1 bilhão; em 1930, 2 bilhões; em 1960, 3 bilhões; em 1974, 4 bilhões; em 1987, 5 bilhões; em 1999, 6 bilhões; em 2011, 7 bilhões (Fonte: Blog do Tas). Esses são apenas alguns dos diversos dados apresentados em sites de notícias. O G1 criou uma animação que apresenta curiosidades com relação ao marco. Confira:

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Cidades invisíveis é um projeto de visualização desenvolvido por Christian Marc Schmidt, designer alemão/americano e Xia Liangjie, artista e programadora de midia, que tem por objetivo criar em cima de um mapa de uma cidade real (com a ajuda de uma API do google maps) uma cidade mental.

Para isso são utilizados dados do twitter e do flickr, sempre que uma imagem ou mensagem é postada aparece em tempo real no mapa um nó na localização em que está ocorreu. A partir disso, uma elevação vai se formando de acordo com a quantidade de postagens de cada local.  Ao longo do tempo, observamos  a criação de diversas paisagens,  com montes e vales que representam áreas com alta e baixa densidade de dados, e que podem ser navegadas e exploradas.

Esse projeto cria novos reinos on-line, envolventes e tridimensionais. É uma experiência paralela ao ambiente urbano. A mistura de localizações existentes com imagens virtuais em tempo real, recria a dinâmica existente no mundo físico, onde a cidade representa as atividades humanas. E ao mesmo tempo resulta em diversas descobertas, memórias e cruzamento de informações.

“A cidade, no entanto, não conta o seu passado, mas o contém como as linhas de uma mão, escrito nos cantos da rua”

Italo Calvino, cidades invisíveis.

Abaixo um vídeo exemplo dessa visualização

O site The Real London Underground foi criado com o intuito de possibilitar a comparação entre o diagrama original do metrô de Londres, criado por Harry Beck em 1933, o diagrama atual e o mapa “real” da área, tudo isso por meio de uma animação interativa.

O mapa original, de Harry Beck

beck

O mapa atual

moderno

O mapa “real”

real

Eric Fischer, o mesmo artista de um dos trabalhos deste post, criou uma visualização baseada na quantidade de fotografias tiradas por turistas e moradores de diversas cidades do mundo.

Os pontos azuis representam fotos tiradas por moradores (pessoas que fotografaram o mesmo local no intervalo de um mês ou mais). Os pontos vermelhos, as fotos tiradas por turistas (pessoas que parecem ser moradoras de outro lugar e que tiraram fotos desta cidade pelo período inferior a um mês). Já os pontos amarelos são as fotografias cujo fotógrafo não pôde ser determinado, pois não havia fotos suas publicadas há mais de um mês. De acordo com Fischer, é possível que sejam turistas, porém simplesmente não publicam fotos com frequência.

É possível observar no resultado que algumas cidades são fotografadas quase que inteiramente por turistas, enquanto outras possuem muitas fotos em locais que turistas não visitam.

Londres

londres

Nova Iorque

new york

Rio de Janeiro

rio

São Paulo

saopaulo

Cidades diversas, ordenadas pela quantidade de fotografias tiradas pelos moradores do local

cidades

No Flickr do artista é possível visualizar todo o conteúdo do trabalho, além de identificar alguns pontos principais de cada cidade.

A revista National Geographic ganhou o prêmio anual Malofiej, na categoria melhor mapa com o trabalho abaixo.

Um mapa de toda a hidrografia planetária escalada por escoamento anual. Além disso, o infográfico também é interativo. Basta clicar na imagem a seguir.

(via infographicsfyi e @flowingdata)

Typefaces of the World é um pôster criado pelo designer e fotógrafo americano Shelby White para mostrar os tipos mais usados no mundo hoje em dia e suas respectivas origens.

Clique para ampliar.

A escolha das 50 tipografias foram baseadas por popularidade e utilidade no mundo do design atual, e o autor diz ter sido mera coincidência que as fontes tenham ficado divididas somente entre Estados Unidos e Europa, locais mais proeminentes para tipógrafos.

Seguindo a linha de mapas tipográficos, o Seagull’s Eye fez mais este que inclui algumas regiões da cidade-luz como Place de l’Etoile, Champs Elisées, Trocadero, Rivoli, Châtelet, Ile de Cité, Bastille, Belleville, Buttes Chaumont, Montmartre, Saint Germain, Odéon, Place d’Italie, Paris EXPO entre outras.

(via datavis e seagull’s eye)