vislumbres sobre visualidade

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Estaremos no Festival de Cultura Digital que ocupará o MAM (RJ) e o Cinema Odeon nos dias 2, 3 e 4 de dezembro com palestras, debates, encontros, atividades mão na massa, exibições e performances artísticas.

Na tarde do dia 2, a mestranda Bárbara Castro estará apresentando o seu projeto INTEGRARTE ENTREGARTE na tenda Visualidades.

No dia 3 às 14:30, a professora Doris Kosminsky apresentará os projetos desenvolvidos pelo LabVis na Mostra de Experiências na Cinemateca.

Esperamos todos la.

Comunicação Visual Design / EBA-UFRJ

Proposta de criação de uma “pílula” sobre biodiversidade e recifes de corais

Nosso planeta é a casa que compartilhamos com as outras espécies.  Esta diversidade de vida, da qual fazemos parte, recebe o nome de biodiversidade. Ela abrange todos os seres: de micróbio a baleias, como vivem, se alimentam, se reproduzem e se relacionam com outros seres vivos. A perda da biodiversidade pode produzir mudanças dramáticas e imprevisíveis no nosso modo de vida. A conscientização é um papel fundamental neste processo, para o qual podemos dar a nossa contribuição.

Neste contexto, propusemos a criação de um programa de curta duração (uma “pílula” ou interprograma de aproximadamente um minuto) a ser veiculado no meio da programação. O programa deveria apresentar informações importantes para a preservação da biodiversidade de forma atraente e objetiva e contou com o apoio técnico do Prof. Dr. Clovis Castro do Projeto Coral Vivo (Museu Nacional / UFRJ).

Guia Prático do Conhecimento Aleatório

Tema: Conectividade dos Ambientes

Alunos: Bárbara Ferreira Justo, Ingrid Van Aldere Barbedo Pereira e Juliana Cristina Rodrigues Teixeira

Mergulhe nessa!

Tema: Branqueamento de corais

Alunos: Luiza Tavares Martins, Sergio Amarante, Vinicius Machado

Você sabia?

Tema: Teias alimentares

Alunos: Tarso Moura, Mateus Penna Firme e Julia Winding

É isso mesmo, você não leu errado, 2100.

Esta visualização foi produzida pelo estudio de design espanhol Bestiaro, utilizando a linguagem Impure, desenvolvida por eles. O trabalho foi encomendado pelo Data Blog do Guardian, a partir de dados estimados pela ONU para 2100. Segundo este cálculo, neste ano, a população mundial terá alcançado a estonteante de cifra de 10 bilhões de pessoas.

Com o gráfico interativo é possível visualizar e comparar os dados de diversos países.

Este infográfico utiliza diversas fontes para afastar mitos, de forma a explicar os motivos dos altos custos dos planos de saúde nos Estados Unidos. (via @manovich)

Singapura possui um dos maiores portos de transportes de containers e também um aeroporto com muito movimento. As visualizações desenvolvidas pelo MIT SENSEable City Lab procuram entender como a ilha é afetada pelo movimento constante de pessoas e bens que por lá circulam. De onde vem e para onde vai este fluxo? O que fica?

Os dados foram obtidos de fontes variadas e examinam redes relacionadas ao cotidiano como o transporte comercial, o tráfego de taxis, consumo de energia e mudanças na temperatura local.

(via flowingdata)

OK, é um vídeo publicitário. Mas, a animação é muito boa e sofisticada apesar de sua aparente simplicidade. Além disso, as cores se encontram diretamente relacionadas ao banco.

(via Vinicius Souza)

As imagens acima são de desenhos em tamanhos grandes e pinturas a óleo de Jonathan Zawada. A topografia da paisagem foi obtida a partir de dados, posteriormente modelados em 3D e pintados a óleo. Os conjuntos de dados empregados por Zawada podem ser surpreendentes como, por exemplo, o uso da maconha/ano por 12 alunos comparado à vendas de discos de vinil e CDs entre 1975 e 2000;  ou ainda o valor da terra por metro quadrado no Second Life comparado ao valor da terra por metro quadrado em Dubai entre 2007 e 2009. Os dados são manipulados através de um programa fractal 3D de modo a criar um ambiente que imita uma paisagem montanhosa.

As paisagens pintadas são uma resposta à realidade “virtual” das experiências digitais, destacadas pelo nivelamento intrínseco e a paleta de cores surreais. Invocando a hipótese robótica de “Uncanny Valley”, os trabalhos têm uma qualidade andróide, um senso de realidade, mas não muito, o que deixa uma incomoda sensação de algo ao mesmo tempo familiar e dessemelhante.

“Uncanny Valley” é uma hipótese da robótica sobre as reações emocionais dos seres humanos em relação aos robôs e outras entidades não-humanas. Foi introduzida pelo roboticista japonês Masahiro Mori em 1970 e defende que as atitudes quase-humanas de robôs provoca repulsa nos humanos. O “vale” em questão é um afundamento no gráfico das reações humanas às semelhanças do robô.

(via Barbara Castro via http://www.triangulationblog.com)